O QUE SÃO "NOVAS"
Conforme a explicação constante na Seção de Estrelas Variáveis/REA,
Novas:
Sistemas estelares binários em que a componente mais massiva é
uma anã-branca de temperatura elevada. De forma totalmente imprevisível
e brusca seu brilho aumenta entre 7 a 10 magnitudes em questão de
poucas horas ou dias - na maioria dos casos. Acredita-se que dezenas de Novas
ocorram na Via-Láctea anualmente, mas somente algumas são percebidas
durante o andamento de sua explosão, de tal forma que, dado o alerta,
o desenvolvimento de seu brilho possa ser acompanhado por muitos observadores.
A queda de brilho de uma Nova é muito mais lenta que a ascensão,
sendo que algumas passam mais de um ano sendo observadas com instrumental
amador. A componente mais fria do sistema geralmente é uma gigante
ou subgigante de tipo espectral K a M. Projetos específicos para procura
de Novas são desenvolvidos por aficionados, podendo ser visuais ou
fotográficos. Atualmente a maior parte das Novas é descoberta
pelo método fotográfico. Exemplos: Nova Aquilae (1918) - mag.
-1.4; Nova Puppis (1942) - mag. 0.4; Nova Cygni (1975) - mag. 1.8.
Novas Recorrentes
São Novas que apresentaram um segundo episódio explosivo, ou
outros, em um intervalo de 10 a 80 anos. Elas diferem das Novas clássicas
pois sua amplitude de variação é mais modesta e retornam
mais rapidamente ao brilho original. Existem muitos que acreditam, porém,
que todas as novas sejam recorrentes em essência, e neste caso a diferença
entre elas seria apenas o tempo decorrido entre cada explosão. Exemplos:
T Pyxidis, RS Ophiuchi, T Coronae Borealis.
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