Delta-Leonideos
Lirideos
Pi-Pupídeos
Fenicídeos de Julho
Orionídeos
Taurideos
Taurideos do Sul
Taurideos do Norte
Leonideos
Alpha Monocerotideos
Fenicídeos
Pupídeos-Velídeos
Geminídeos
Sendo uma chuva de meteoros
com taxa horária acima de 20, basta fazer a CONTAGEM de meteoros.
No entanto deve-se
prestar atenção quando há outras chuvas no mesmo período.
O seguinte material
pode ser providenciado:
1) cadeira de praia (espreguiçadeira)
2) comida e bebida durante
os intervalos de observação.
3) Repelente de insetos
4) Relógio acertado
pelo UTC
5) Lanterninha com luz
vermelha (lanterninha de LED)
6) Lápis
7) Gravador de fita
cassete ou bloco de anotações
O relógio ou cronômetro poderá ser acertado por meio do sinal da estação WWV em Ondas Curtas - 2,5 ; 5 ; 10 ; 15 e 20 MHz. A hora fornecida na WWV corresponde ao Tempo Universal Coordenado (TUC).
1) Tempo mínimo de observação: apesar de a IMO determinar que uma observação visual deva durar ao menos duas horas, aconselhamos aos observadores um tempo mínimo de uma hora EFETIVA de observação. Periodos menores do que este (problemas climaticos!) podem ser reportados e sofrerão uma avaliação mais criteriosa.
2) O uso de um gravador-cassete é fundamental para obter um maior Teff (tempo efetivo) de observação. Com o registro fonográfico você estará ganhando pelo menos 20% a mais de tempo em relação à anotação em papel! Outra grande vantagem da utilização deste metodo é a qualidade no registro das observações. Detalhes como hora, brilho, rastro, cor e posição, são facilmente reportados sem que haja perda de meteoros, simplesmente porque o observador não tira os olhos do firmamento.
3) O registro da chuva deve obedecer critérios imparciais
e metodológicos, portanto, uma recomendação REPETIDAMENTE
feita pela I.M.O. é a observação INDIVIDUAL da chuva,
ou pelo menos, o registro individual por parte dos observadores.
MODELO DE REPORTE
*Eta Aquarídeos 2002 por: ......, cidade....., Brasil
*Lat...., Long..... Altura....
*Boas condições de Observação - inexistência
de nuvens e/ou obstruções.
*Data: 17/NOV/01
UT Teff NEL -6 -5 -4 -3 -2 -1 0 +1 +2 +3 +4 +5 Total
0310-0400 0,700 6.1 0
0 1 2 2 0 3 4 2 1
2 0 17
0400-0500 0,833 6.1 0
0 0 0 0 0 1 4 8 1
2 3 19
1,533 --- 0 0 1 2 2 0 4 8 10 2 4 3 36
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Comentários:
Muitos meteoros amarelos, com traços medios, partindo a poucos graus do radiante...
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Vejamos com Atenção:
1) UT - deverá constar o horário inicial e final da sessão de observação.
2) Teff - É simplesmente o tempo total
de duração da sessão de observação,
esta reportada em decimos; note que 60 minutos equivalem a Teff = 1,00.
Deve-se descontar os intervalos para anotação e/ou lanche.
Por exemplo: entre 3:10 e
4:00 temos 50 minutos, mas 8 minutos foram gastos para anotações
de meteoros e mudança de posição. Portanto os 42 minutos
EFETIVOS correspondem a 0,7 de hora.
3) NEL - É a magnitude estrelar limite, é o mesmo que a conhecida como MALE; que deverá ser sempre visual.
4) as indicações de -6, -5, -4.... são as magnitudes observadas dos meteoros.
5) Total - numero total de objetos avistados na sessão de observação.
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- Distribuição de magnitudes
Para auxiliá-los, temos a seguir uma lista com diversos objetos e suas respectivas magnitudes, que poderão auxiliar os observadores quando de seus registros.
(-6,0) - Lua (quarto crescente)
(-4.0) - Venus
(-2.0) - Jupiter
(-1.5) - Sirius
(-1.0) - Canopus
(0.0) - Saturno, Rigel Kentaurus, Capella
(+1.0) - Pollux, Aldebaran
(+2.0) - Alfa Andromeda, Gamma Geminorum
(+3.0) - Beta Triangulum, Alfa Aquari, Epsilon Geminorum
(+4.0) - Eta Persei, Delta Aurigae
(+4.6) - Pi 1 Orionis
Informações obtidas do Programa REA
Leonídeos 1999 (Antônio Coelho e José Guilherme Aguiar)
Trata-se de uma das principais chuvas austrais,
produzindo meteoros bem brilhantes, às vezes bólidos. Sua
THZ é normalmente em torno de 5-10, mas em 1974, e também
em 1980, picos de 20-30 meteoros horários ocorreram em poucas horas.
A Lua é Nova durante a máxima atividade.
Aparentemente similares a meteoros esporádicos, a THZ dos gama-normídeos pode chegar a 3 ou mais durante a máxima atividade. Observações realizadas em 1999 sugerem que o máximo deve ocorrer no dia 17 de março. Observações após a meia-noite são recomendadas. A Lua será Crescente entre 10 e 17 de março.
Eta-Aquarídeos
Trata-se
dos restos do Cometa 1P/Halley, assim como os orionídeos em outubro.
Os eta-aquarídeos, por sua vez, são observados bem depois
da meia-noite. Observadores recentemente reportaram rastros persistentes
destes meteoros. A THZ situa-se em cerca de 30 entre 3 a 10 de maio e a
atividade apresenta taxas variáveis ao longo de 12 anos. Acredita-se
que entre 2008-2010 altas taxas deverão ocorrer. Em 2005 a expectativa
é que a THZ deva alcançar 50-60. A Lua será Nova durante
a máxima atividade, portanto, OLHO NELES!
Complexo Aquarideos
Capricornídeos
Iota-Aquarideos do Sul
Delta-Aquarideos do Norte
Piscis Austrinídeos
Os
aquarídeos de julho/agosto são ricos em meteoros poucos brilhantes.
Recomenda-se observá-los a partir do dia 28 de julho durante toda
a noite, pois a Lua será Crescente. Ainda nesta época há
diversos radiantes em atividade (Capricornídeos, Delta Aquarídeos
do Sul e Piscis Austrinídeos) e a plotagem será essencial.
No entanto, na primeira semana de Agosto os Iota-Aquarídeos e os
Delta-Aquarídeos se aproximam de seus máximos.
Os
Capricornídeos costumam ser os mais brilhantes, alguns bólidos
já foram reportados. Em 1995, observadores europeus reportaram THZ
~10.
Em 2000, os observadores Júlio Lobo e Alexandre Amorim relataram 200 meteoros desse complexo ao longo de 8 horas de observação em duas noites.
Esta
chuva é bem acessível aos observadores do hemisfério
sul pois adquire uma altura razoável logo após a meia-noite
local. O máximo não tem sido obseravdo por muito tempo. Em
anos recentes se tem registrado THZ em torno de 4.
Taurideos
Taurideos do Sul
Taurideos do Norte
Estes dois enxames formam parte do complexo associado ao cometa 2P/Encke, que passou pelo periélio em dezembro de 2003. A atividade produz um máximo aparentemente plano ao longo de 10 dias em princípios de novembro e as chuvas tem a reputação de produzir alguns bólidos extraordinariamente brilhantes, ainda que isto não acontece todos os anos. David Asher tem indicado que o incremente da taxa de bólidos poderiam ser o resultado de um "grupo" que sucedeu em 1995 e 1998. Em 1995 uma impressionante produção de meteoros brilhantes ocorreu em fins de outubro e meados de novembro. Não se prediz um retorno deste portencial "grupo" senão até 2005.
Desde o seu descobrimento só se reportou um impressionante retorno desta chuva em 1956 quando alcançou THZ em torno de 100. Os dados confiáveis da IMO demonstram que a atividade recente é virtualmente inexistente. No entanto pode tratar-se de uma chuva periódica, necessitando de mais dados.
Este é um sistema de chuvas muito complexo e pobremente estudao. Cerca de 10 sub-enxames tem sido identificados, com radiantes próximos entre si e que a observação visual não pode identificá-los seguramente.